Recuperação de empresas

Recuperação de empresas

A leitura cuidadosa das informações sobre recuperação empresarial no Brasil favorece-nos uma série de constatações. O mercado transformou-se; carece o empresário de atributos essenciais para encarar as adversidades naturais do caminho, de crescentes desafios.

No entanto, nenhuma transformação será efetiva e eficaz se não tiver origem na influência da cultura empresarial.

Por conseguinte, a cada dia torna-se mais relevante a alteração no comportamento dos compromissados com o processo de mudança empresarial.

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Não há mágica capaz de transformar empresas. Ademais, o momento é de Transformação das práticas de reorganização de suas organizações. Competências essenciais dos líderes e liderados devem ser o foco.

Papel do Item

Uma equipe com a devida expertise intervirá na condução dos negócios, visando à recuperação efetiva eficaz, em tempo determinado.

A realidade

“A realidade da qual foge é clara, a fonte de dinheiro extra secou. A sensação é de azia, um incômodo extremo. Dizem os estudiosos das neurociências que uma atitude repetida várias vezes torna-se um hábito. De hábito a vício, a distância é curta. Gastar mais do que se ganha, sem controle, é pauta de discussão de núcleos que estudam a oniomania*. Resta-lhe uma sensação de impotência, um grande mal-estar. Com o sistema nervoso abalado, os sintomas são de perda de sono à irritação com tudo e todos, conjuminando com azias, gastrites e outros sintomas mais graves, refletindo um estado de saúde física também comprometido”.

 “Os sinais agora são de absoluta extinção do oxigênio que permitia a organização respirar e não há mais o que fazer, a não ser agir em consonância com os princípios de uma gestão severa dos negócios, a fim de que a organização sobreviva, que funcionem seus pulmões, potencializando as ações corretivas, evitando a morte. A única opção que lhe resta, e que o empresário se recusa a aceitar, é entregar a gestão de seu negócio à equipe com a competência específica reconhecida e com experiência para geri-lo, de maneira a valorizá-lo, respeitá-lo e animá-lo ao ponto de renascer”.

Do livro “Consciência transformadora – Transformando pessoas e recuperando empresas”, de Miguel Vinicius Guarnieri e José Gomes de Araújo.